Descubra a história de Criciúma
Viaje no tempo junto à sua família, explorando monumentos históricos e desfrutando de momentos inesquecíveis ao ar livre.
Veja como tudo começou
Criciúma passou por grandes transformações sociais e econômicas ao longo de sua existência. Fundada no final do século XIX, 06 de janeiro de 1880 por imigrantes italianos, o Município de “Cresciuma”, que se inicia nesse momento de colonização progrediu economicamente por meio da agricultura e do pequeno comércio. O desenvolvimento socioeconômico se deu de uma maneira mais efetiva com o início da extração do carvão que ocorreu de forma intensa na cidade e arredores. Ao longo do tempo, outros setores econômicos começaram a surgir no município, como a indústria e o comércio contribuindo ainda mais para o crescimento da cidade.
Recebeu o nome de Cresciuma, por conta da presença do capim Kyruy-Syiuâ, palavra Tupi para o capim encontrado em abundância na região. Um marco significativo em sua história ocorreu na década de 1940, quando a cidade trocou seu nome de "Cresciuma" para “Criciúma” por meio da lei estadual nº 247 de 30/12/1948. É importante lembrar que, até a década de 1920, Criciúma era subordinada a Araranguá, mas conquistou sua independência política e administrativa em 4 de novembro, um dia comemorado com orgulho como o aniversário de emancipação da cidade.

Como colocado anteriormente, a base para o desenvolvimento econômico e social de Criciúma foi a extração do carvão, iniciada na cidade na primeira metade do século XX. Atrelada ao carvão, a ferrovia instalada no município neste mesmo período “foi um dos suportes materiais importantes para a manifestação da vida urbana em Criciúma, especialmente em torno da estação de passageiros, próxima ao centro da cidade.” (NASCIMENTO, 2004, p. 18). Tal ferrovia que tinha como objetivo principal o transporte do carvão, acaba interligando, por meio dos ramais, Criciúma às outras cidades.
É importante salientar
que por mais que a ferrovia tenha sido constru ída com o objetivo de transportar o carvão, “em 1923 foi iniciado o transporte de passageiros em Criciúma, sendo construídas três Estações Ferroviárias: no centro e no bairro Sangão, construídas em 1919 e 1921, respectivamente, e no bairro Pinheirinho em 1943.” (MONDARDO, 2016, p. 11).
Vários foram os motivos para a retirada da ferrovia e demolição das estações ferroviárias do centro da Cidade; Nascimento (2004) afirma que a partir do dia 05 de Abril de 1975, a linha férrea Dona Teresa Cristina começou a ser retirada do centro da cidade de Criciúma.
Nesse fazer de constantes transformações a primeira estação rodoviária é construída. “O Terminal Urbano Ângelo Guidi fez parte de um conjunto de grandes obras que marcaram a cidade no final da década de 1970 e início da de 1980 [...]”(NASCIMENTO, 2004, p. 159).
Na década de 1990, o centro de Criciúma passa por uma nova mudança. Tal mudança tinha como objetivo, segundo Costa (2001) implementar um sistema rodoviário, de transporte coletivo, inspirado no modelo curitibano. Por conta disso, inicia-se então os projetos para a construção de um novo Terminal Central que substituiria o então Terminal Urbano Ângelo Guidi. Tal construção é utilizada até os dias atuais.

Atualmente Criciúma se configura como uma das melhores cidades do Brasil para se fazer negócios, despontando como polo regional que está em constante crescimento. Além disso, a cidade conta com aproximadamente 215 mil habitantes e um PIB superior a R$ 8 BI, estando entre os maiores de Santa Catarina. (PREFEITURA DE CRICIÚMA).
Galeria de prefeitos
Conheça todos os prefeitos que fizeram parte da nossa história.

Clésio Salvaro
2017 - Atual
Márcio Búrigo
2013-2016
Clésio Salvaro
2009-2012
Anderlei Antonelli
2005-2008
Décio Góes
2001-2004
Sérgio Hercílio Pacheco
(Interino) 2005
Paulo Roberto Meller
1997-2000
Eduardo Pinho Moreira
1993-1996
Altair Guidi
1989-1992
José Augusto Hülse
1983-1988
Altair Guidi
1977-1983
Algemiro Manique Barreto
1973-1977
Nelson Alexandrino
1970-1973
Ruy Hülse
1966-1970
Arlindo Junkes
1963-1966
Nery Jesuíno da Rosa
1961-1963
Addo Caldas Faraco
1956-1961
Napoleão de Oliveira
1955
Sinval Rosário Bohrer
1955-1956
Paulo Preis
1951-1955
Addo Caldas Faraco
1947-1951
Luiz Lazzarin
1949
João Carlos de Campos
1947
Alfredo Bortuluzzi
1945-1946
Hercilio Amante
1944
Elias Angeloni
1933-1945
Cincinato Naspolini
1930-1933
Marcos Rovaris
1926-1930Criciúma antes e depois
Um mapa interativo para você viajar em até 50 anos no passado, clique no botão abaixo e veja os resultados da evolução de Criciúma!
Ir para mapa
Cultura e Educação
Conhecida como a Capital Nacional do Carvão e abrigando uma forte indústria no ramo do Revestimento Cerâmico, Criciúma também se coloca e é reconhecida como lugar de grandes festividades; nomeada inicialmente como “Quermesse de Tradição e Cultura” a Festa das Etnias, como atualmente é chamada, propicia uma experiência gastronômica e cultural para aqueles que participam. Para além das festividades e do setor econômico, o município de Criciúma oportuniza, por meio de seus Espaços de Memória, conhecer a história da cidade e região a fim de refletir a respeito de sua formação e transformações.
Infraestrutura Turística
Localizado no Parque Centenário, o Teatro Municipal Elias Angeloni se constitui como a única sala de espetáculos do Sul do Estado. Sendo um importante espaço cultural da cidade, promove peças de Teatro, apresentações musicais, palestras, entre outros. Para além do Teatro, o Centro Cultural Jorge Zanatta, o Parque das Nações Cincinato Naspolini, o Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, assim como a rede de Hotelaria e restaurantes presentes na cidade, se constituem como espaços importantes de infraestrutura turística.
Atualmente, Criciúma conta com um Centro de Atendimento ao Turista (CAT), localizado no Parque das Nações Cincinato Naspolini, com horário de funcionamento: de Segunda a Sextas-Feiras – 8h às 19h e aos Sábados – 8h às 12h.